Valores

O VALOR DA EDUCAÇÃO FISCAL

Diante da alta complexidade da carga tributária brasileira, muitas vezes os proprietários de empresas no Brasil não têm uma visão correta do que fazer, porque fazer e como fazer. Essa grande quantidade de normas, complexas para a maioria dos contribuintes, dificultam as rotinas das empresas, fazendo com que o recolhimento de tributos seja feito de forma equivocada ou incorreta, o que causa enormes prejuízos.

De acordo com princípios constitucionais como os defendidos pela lei de Planejamento Tributário, legalmente, o contribuinte pode agir dentro de seu interesse, planejando o pagamento de tributos da melhor forma que lhe convir. Tal conduta, além de beneficiar seu empreendimento, leva-o a otimizar a aplicação dos recursos disponíveis, sendo primordial para o alcance e manutenção de resultados positivos.

Assim, buscamos ofertar ao gestor uma melhora na administração das contas públicas e à sociedade como um todo, uma melhora na qualidade dos gastos. Amparam nossos valores e modelam nossas atitudes as seguintes leis:

AUSTERIDADE

É o rigor no controle dos gastos. Trata- se do uso adequado dos recursos, sendo todo e qualquer desperdício condenável. É preciso que todo recurso seja utilizado com parcimônia, de forma justa e criteriosa.

RESPONSABILIDADE FISCAL

É uma lei que visa estabelecer as normas gerais de finanças públicas a serem observadas pelos três níveis de governo: Federal, Estadual e Municipal. Através dela, todos os governantes devem obedecer a normas e limites para administrar as finanças e prestar contas sobre quanto e como gastam os recursos do erário, visando melhorar a administração das contas públicas no Brasil. Com ela, todos eles passarão a ter compromisso com orçamento e com metas, que devem ser apresentadas e aprovadas pelo respectivo Poder Legislativo.

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Atividade preventiva que analisa o tributo a fim de identificar e projetar atos e fatos tributáveis e seus efeitos, comparando-se os resultados prováveis, para os diversos procedimentos possíveis, de tal forma a possibilitar a escolha da alternativa menos onerosa, sem extrapolar o campo da licitude. O contribuinte tem o direito de estruturar o seu negócio da maneira que melhor lhe pareça, procurando a diminuição dos custos de seu empreendimento, inclusive dos impostos.